La prospettiva di me

Meus livros, meus discos, meus sonhos, minha poesia e filosofia. A minha perspectiva.

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“O poeta alemão Goethe disse certa vez que ‘aquele que depois de três milênios não é capaz de se ter na própria conta estará fadado a viver uma vida de ignorância’. Mas não quero que você esteja entre essas pessoas. Faço o que posso para que você conheça as suas raízes históricas. Só assim você se tornará um ser humano de verdade. Só assim você se tornará mais que um primata vestido. Só assim você evitará ficar flutuando no vácuo.”

Jostein Gaarder, em O Mundo de Sofia.

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“Mesmo com todos os espinhos, nunca deixou de ser flor.”

Isabella Martins (via pr0verbios)

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Quem sai aos seus

vozes a mais
vozes a menos
a máquina em nós
que gera provérbios
é a mesma que faz poemas,
somas com vida própria
que podem mais que podemos

Paulo Leminski

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historicaltimes:

Albert Einstein and Charlie Chaplin at the premiere of the movie “City Lights”. Hollywood, California 1931.

“Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou? Ser o que penso? Mas penso ser tanta coisa!”

Álvaro de Campos

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“Purifica o teu coração antes de permitires que o amor entre nele, pois até o mel mais doce azeda num recipiente sujo.”

Pitágoras (via 60milanos)

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“Nada tenho.
Nada me pode ser tirado.
Eu sou o ex-estranho,
o que veio sem ser chamado
e, gato, se foi
sem fazer nenhum ruído.”

Paulo Leminski, em Ópera Fantasma.

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“Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos. Quero a essência, minha alma tem pressa.”

Mario de Andrade (Brasil, 1893-1945)

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“Então compreendi perfeitamente o que gerava a dor. Não era o corte com a ponta da faca, a topada na quina da cama, o amigo que não liga mais, o café que sujou o fogão, as palavras duras, as notícias na tv, obviamente isso soma-se ao fardo, mas não é ele em si. A dor era gerada pela sede insaciável do nada. Pois quando não se tinha o que queria sofria e quando conseguia almejava outra coisa para sofrer. E é por essa sede que os humanos consomem seus dias, pelos futuros que nunca virão ou que serão fadados quando chegarem. E a maior idiotice era perceber: eu também era um desses tais que nunca estava de barriga cheia.”

Fernando Pessoa.   (via oxigenio-dapalavra)

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“Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada”

Vinicius de Moraes - Rosa de Hiroshima (via minha-mpb)

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